terça-feira, 11 de maio de 2010

Perguntas e respostas

Vamos esclarecer algumas questões que sempre foram alvo de desinformação pela patrulha esquerdista em relação à direita:

Sexo: Como um pensamento voltado para as liberdades individuais e que tem por objetivo buscar uma menor regulação possível do Estado em relação à sociedade civil, a Direita entende que se trata de assunto pertencente à esfera particular do qual interesses coletivos devem se afastar, ou seja, casamentos, mesmo que entre pessoas do mesmo sexo, devem ser permitidos se as partes concordam que do ato devem decorrer efeitos jurídicos. Pensamentos contra este tipo de relacionamento podem decorrer de convicções religiosas (e ninguém deve e pode ser obrigado a gostar de qualquer coisa) ou afins, mas a sociedade deve entender que liberdade individual implica em responsabilidade individual e ninguém tem nada com isso se se tratam de cidadãos capazes e cientes de seus deveres e direitos.

Pena de morte: Um dos fundamentos da sociedade moderna (e liberal) é o Contrato Social. Através deste fenômeno, criou-se o Estado moderno e com isso se auferiu a função dele existir pelo povo e para o povo. Ponto. Logo, se o povo, num referendo, por exemplo, decide pela aplicação da pena de morte, ela deverá ser aplicada. É condizente com o pensamento Direitista. Se o fraco não pode se defender do forte, o Estado deve defendê-lo pois esta é a função do Contrato Social e do fim do poder dado ao ente. Se aquele que quebrou o Contrato Social atentou de maneira irreversível contra a coletividade (matou alguém), deve sofrer uma punição irreversível pois a pena também deve ser retributiva. Se criminoso assumiu o risco e foi pego, a responsabilidade e suas consequencias devem ser aplicadas. E não venha depois dizer que não sabia, afinal, ninguém pode alegar desconhecimento da lei em benefício próprio (e pena de morte, em homicídio doloso, francamente, é mais do que justo). Isso, se o povo decidir que esta será sua ética, evidentemente.

Serviços essenciais: O Estado deve prover a sociedade de seus serviços essenciais: segurança, defesa internacional, saúde, previdência, ensino... Estas são, inclusive, algumas das justificativas porque o Estado deve tributar, mas estes serviços NÃO devem ser exclusivos do Estado. Por que? Porque o cidadão deve ter o direito de escolher. Talvez um hospital particular seja melhor, talvez segurança particular seja melhor, talvez ensino particular seja melhor... e por aí vai. Não é uma questão de elites querendo marchar sobre os mais pobres. Apenas significa que, se o mais pobre eventualmente puder evoluir economicamente e tiver condições, poderá escolher outras opções que não só do Estado. Só isso.

Armas de Fogo: O cidadão pode e deve poder ter acesso à armas. O cidadão deve poder se defender de outros indivíduos se o Estado não estiver presente. É permitido, inclusive, se defender do Estado se ele se tornar tirânico. Isso significa que o traficante no morro está no seu direito ao atirar em policiais ao explorar sua atividade criminosa? Não. Mesmo que todo o Rio de Janeiro o apoiasse, apenas significaria que o meliante quebrou o Contrato Social pois todo o Brasil criminaliza o tráfico de drogas. A única maneira de tornar legítima essa atitude é se o Rio virasse uma país autonomo com leis próprias que aprovassem esse tipo de conduta, fora essa hipótese, ele deve ser punido. Mas, ao contrário da política atual e da maneira que este Estado vêm se comportando, permitiria, sim, o emprego de armas de fogo para repelir os salteadores do MST ou qualquer coisa do tipo, afinal, invasão é crime e sabemos que as intenções destes grupos são as piores possíveis. Auto defesa, já.

Estes foram alguns pensamentos sobre alguns tópicos políticos. Não são opiniões absolutas e acabadas. Apenas divagações. Falaremos sobre outros tópicos no próximo post...

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